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Tuesday, December 9, 2008

The Beauty and the Beasts. - A Bela e as Feras.

As you guys probably have realized by now, I'm ridding a Dulce Lee's wave. A cult photographer.
I've posted quite a few works, by this magnificent artist, since I discovered her art less than a month ago here on the Internet.

The collage bellow of some of her 70's Formula One work phase, nicely edited by the way, shows some of those terrific pictures, I've been talking about.



Como vocês já devem ter percebido, ultimamente eu estou surfando a onda Dulce Lee. Uma fotógrafa "cult".
Eu já publiquei aqui vários dos trabalhos dessa magnífica artista, desde que a descobri, há menos de um mês atrás, aqui na Internet.

A colagem acima de alguns dos seus trabalhos, da fase Formula 1 nos anos 70, caprichosamente editada por sinal, mostra algumas das incríveis fotos sôbre as quais tenho comentado últimamente.

Thursday, December 4, 2008

Dulce Lee - Fantástica na fotografia feita com filme de 35mm.

Esta é uma fotografia do Nelson Piquet, pilotando um formula super vê em meados dos anos 70 pela equipe Gledson, feita pela Dulce Lee.
O tratamento fotocromático e de composição que ela aplica a este trabalho é de tal intensidade, usando as tradicionais técnicas de fotografia com filme, que mesmo o mais experimentado "Photoshopista" de hoje em dia teria tremendas dificuldades em chegar ao menos perto. Inigualável capacidade técnica-criativa.
O efeito quase que de mistério dado à entrada da curva em "S" da qual não se vê o início, mas percebe-se a saída, como que conduzindo magicamente para algum lugar na distância. Perfeita composição entre cor, sombra, luz e profundidade de campo.
Emocionante. Grande DLee.

Friday, November 7, 2008

Dulce Lee

texto extraído do blog do flavio Gomes
Flavio Gomes
17/03/2005 - 09:13

Yussi
Dulce Lee com seus
Dulce Lee com seus "pincéis": câmeras e lentes
Havia uma fotógrafa nos anos 70 com quem topei de frente procurando já não sei mais o quê na internet, e também não importa, porque o que encontrei foi bem melhor. Uma moça alta, bonita, moderna, além de seu tempo. Credite-se à minha ignorância a falta de informações mais precisas, já que ela, Dulce Lee, é certamente bem mais importante e conhecida do que farão supor estas linhas repletas de impressionismo vago. Dois ou três telefonemas me ajudariam a compor um perfil decente, mas muitas vezes prefiro ficar com a impressão do que com os fatos, e não seria num espaço tão curto que contaria a história desta mulher. Um livro, quem sabe? (Mais um livro que nunca escreverei.)

Dulce, de 1970 a 1976, foi presença feminina quase única na ilha viril e máscula de Interlagos, Fórmula 1 incluída. E lá fora também, porque ela não clicava apenas aqui, circulava pela Europa com a mesma desenvoltura e talento. Amiga de todos os pilotos, foi casada com um deles, Anisio Campos, o maior desenhista de automóveis que o Brasil já teve — e ainda tem, porque Anisio continua firme e forte com seus longos cabelos brancos e despejando no mundo idéias que brotam sem parar de sua mente de artista.

E é isso que é Dulce, uma artista das câmeras e lentes, que emprestou às corridas durante alguns poucos anos um olhar absolutamente particular, de estética refinada a partir de técnicas de revelação e ampliação que, até onde eu sei, não se usam mais nesta era de retratos digitais gravados em "memory sticks". Nada contra a modernidade, mas tudo a favor do que se fazia antes. As fotos de corridas publicadas em seu blog não me deixam mentir. São pinturas.

Dulce amava carros e corridas, e foi uma espécie de fotógrafa oficial da Equipe Hollywood, um ícone das pistas brasileiras de três décadas atrás. Usava "chapéus e colares diferentes" (as aspas são de um texto dela mesma) numa época em que "corridas eram corridas de verdade". Seu trabalho, com carros, flores ou pessoas, é um primor.

Feliz coincidência esta, de achar no emaranhado de www's em que se transformou a vida do jornalista o olhar de Dulce sobre as pistas, na mesma semana em que ganhei o livro de Tom Wolfe com um olhar literário sobre uma corrida de Nascar de 1964. Não se olha mais para nada hoje como antigamente.


Flavio Gomes
flaviog@warmup.com.br